sábado, 22 de novembro de 2014

Introdução


A seca prolongada que atinge boa parte do país desde o fim de 2013 já começa a preocupar a população betinense, além de especialistas em meio ambiente. Na última semana, a reportagem de O Tempo Betim visitou alguns dos principais reservatórios responsáveis pelo abastecimento de água do município e constatou que eles já começam a acender sinais de alerta, o flagrante de que os níveis de água nas represas estão cada vez mais baixos é assustador.


Perguntas

·         Qual a atitude das pessoas em relação a falta d’água ? E o que esperam nas próximas décadas ?

Justificativa

   Ao analisar as pesquisas, observamos que mesmos nesse assustador problema,que é a falta d’água a sociedade não se conscientiza que devemos estar economizando a cada dia mais , por que algo tão valioso na nossas vidas um dia poderá acabar, esta encarando essa realidade para alguns é serio, enquanto para outros significa que é grave, mais que a falta dela não chegara nunca, vamos tomar consciência da realidade enquanto ainda há tempo , pois depois não adianta reclamar.      


Pesquisa

A Falta de Água em Betim
Você já deve ter escutado que seus pais viveram por muitos anos sem internet, que seus avôs não tinham televisão na infância e que suas tataravós, nem energia elétrica tinham. Muito difícil imaginar essa situação, não é? Mas você já imaginou viver sem água? Ela é o recurso natural necessário para a sobrevivência de toda a vida do planeta e o mais abundante também, mas enfrenta atualmente uma crise de abastecimento. E o problema está bem perto de nós. Igarapé, como quase todo país, está passando por uma crise de falta d’água, pelos mesmos motivos de tantas outras cidades: a escassez de chuva.

A própria prefeitura de Betim assumiu, na quarta-feira 1°de Outubro, que os bairros Horto e Cruzeiro do Sul já enfrentam racionamento e que, em função disso, o Executivo participa, periodicamente, de reuniões com representantes da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). O governo também não descarta a hipótese de o município enfrentar um racionamento. “Isso pode ocorrer em decorrência da longa estiagem. Os reservatórios Rio Manso, Serra Azul e Várzea das Flores, responsáveis pelo abastecimento da cidade, estão abaixo da capacidade de armazenamento”, destacou a prefeitura, por meio de sua assessoria de imprensa. 

Por outro lado, a Copasa, que tem a concessão dos serviços de abastecimento de aproximadamente 93% das residências de Betim até 2042, não revelou os atuais níveis de água dos reservatórios. Por meio de sua assessoria de imprensa, o órgão informou apenas que “os sistemas estão com níveis de oscilação previstos para o período de estiagem” e que “o atendimento à população permanece normalizado”. 

Ainda segundo a Copasa, essas três represas são responsáveis por abastecer, além de Betim, as cidades de Contagem, Juatuba, Mário Campos, Mateus Leme, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, São Joaquim de Bicas, Sarzedo e parte dos municípios de Belo Horizonte, Esmeraldas, Ibirité, Santa Luzia, Lagoa Santa, São José da Lapa, Vespasiano e Igarapé.

Vale ressaltar que, em virtude da escassez de água, esta última cidade da região metropolitana já decretou, recentemente, estado de emergência. A Prefeitura de Igarapé criou o Comitê Municipal de Enfrentamento à Crise Hídrica com o objetivo se discutir alternativas para o enfrentamento à crise hídrica na cidade.

Moradores do entorno da Várzea das Flores e do rio Manso acreditam que o nível d’água em cada um desses reservatórios tenha baixado cerca de oito metros ao longo dos últimos meses. No sistema Serra Azul, que abrange os municípios de Mateus Leme, Juatuba, Igarapé e Itaúna, a situação não é diferente. O longo período de estiagem reduziu, significativamente, a sua vazão.

Para o secretário-executivo do Consórcio Intermunicipal da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba (Cipabar), Thiago de Castro Alves, a situação vem se replicando em todo o país, devido à falta de preservação das nascentes e da mata ciliar, além, claro, da seca prolongada. “A natureza tem cobrado pelo uso indiscriminado de seus recursos. A cada cem litros de água utilizados pela população, 47% é desperdiçado. Infelizmente, ainda há uma grande falta de conscientização.





Racionamento

Estimativas da consultoria especializada PSR sugerem que, se o volume de chuvas entre novembro e abril ficar em 80% da Média de Longo Termo (MLT), o risco de racionamento no país atingirá 35%. Atualmente, esse risco está em torno de 12%.

Incêndios

A estiagem, o tempo seco e o vento aumentam o número de queimadas em Minas Gerais. Segundo dados do Corpo de Bombeiros, nos meses de julho e agosto deste ano, foram registrados 2.595 incêndios em áreas de vegetação e 983 em lotes vagos.

Até o dia 21 de setembro, o número de focos de calor em Minas Gerais, segundo dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad), chegou a 3.210, valor 21 vezes maior que o registrado em janeiro, que foi de 148.




O Rio São Francisco nos dias atuais

Com o baixo nível do Rio São Francisco, os pescadores fisgam mais peixes do que seria normal nesta época. E ficam até satisfeitos. Mas a alegria de hoje pode ser a tristeza de amanhã. A drástica redução do volume de água também representa séria ameaça do fim dos cardumes. A situação é agravada pela pesca predatória. O pescador Osvaldo Pinto de Souza, o Baiano, presidente da Colônia dos Pescadores de Pirapora, comemora a “boa fase” da atividade nos últimos dias. “Tem saído bastante peixe. Todos os dias os pescadores têm voltado para casa com muito peixe. O meu congelador está lotado”, diz. Por outro lado, ele lamenta a degradação do rio por conta do desmatamento e da retirada de matas ciliares.

O ambientalista Roberto Mac Donald, de Pirapora (Norte de Minas), explica que, como o nível do rio baixou muito e os peixes estão migrando à procura de lugares de maior profundidade, chamados de “bolsões”, ficou mais fácil localizar os cardumes. “Assim, os peixes do São Francisco tornaram-se presas fáceis. O problema é que apareceram até pescadores de São Paulo, que estão usando arpão, praticando a pesca predatória”, afirma Mac Donald.

Ele denuncia que, além da retirada de um maior volume de peixes, ao se aproveitar da condição de o rio estar mais raso, os praticantes da pesca predatória estão fisgando as matrizes, exatamente quando se aproxima a piracema, período de reprodução dos peixes, que começa em novembro e vai até fevereiro. “É necessária uma ação emergencial dos órgãos ambientais de reforçar a fiscalização contra esta atividade para salvar os peixes do São Francisco.”

No fim da primeira quinzena de setembro, Roberto Mac Donald fez o percurso entre a barragem de Três Maria e o município de Pirapora, justamente o trecho do rio em piores condições por causa da redução da vazão da usina hidrelétrica, cujo reservatório encontra-se com apenas 6% da capacidade. “Há locais em que o rio tem menos de um metro de profundidade. Os cardumes estão subindo o rio e, como a água é pouca, eles ficam muito visíveis e se tornam presas fáceis para os pescadores”, disse o ambientalista, que comandou a expedição Caminhos das Águas. Foi a 25ª edição da viagem, feita anualmente no mesmo percurso, com o objetivo de avaliar as condições ambientais da bacia. “Infelizmente, além do nível muito baixo, constatamos que o rio está muito assoreado e as matas ciliares diminuíram muito”, revela.

O professor e pesquisador Hernando Baggio, que, durante oito anos desenvolveu estudos no Velho Chico em Pirapora, lembra que outra ameaça à vida no São Francisco é o secamento das lagoas marginais. “As lagoas servem como berçários. Durante as cheias do rio os peixes vão para a lagoas, onde se reproduzem. Sem as lagoas, a reprodução não ocorre”, comenta Baggio.

O coordenador do Projeto Manuelzão, Apolo Heringer Lisboa, também alerta sobre a ameaça que a drástica redução do nível da água do Velho Chico representa para os peixes. “Ao se aproveitar da saturação para pegar mais peixes, os pescadores pegam também as matrizes, prejudicando o repovoamento do rio no futuro. Acho até que a pesca no São Francisco deveria ser suspensa nesse período de seca”, sugere o ambientalista.

Heringer Lisboa também lembra que, com o baixo volume, aumenta concentração de esgoto, agrotóxicos e outros poluentes no rio. “Se diminui a vazão, a água fica mais tóxica. Com a evaporação, aumenta a quantidade de algas verdes e cianobactérias, que são muito tóxicas. Isso pode provocar uma grande mortandade de peixes’, explica. “O único jeito é rezar para chover para evitar esses problemas”, complementa.

Navegação prejudicada


A redução do nível do Velho Chico provocou um fenômeno: o aparecimento de corredeiras e pedras em alguns pontos que nunca foram vistas antes. O ambientalista Robert Mac Donald conta que, durante a Expedição Caminhos das Águas, verificou essas cenas no trecho entre Três Marias e Pirapora. Perto da Foz do Rio Abaeté (no município homônimo), a profundidade do São Francisco, que chegava a até cinco metros, hoje varia entre 1,5 metro e 2 metros.

Com isso, surgiram corredeiras entre pedras que ficaram expostas no meio do rio, dificultando a navegação, como no local conhecido como “Escadinha” , 30 quilômetros abaixo de Três Marias. No local, a profundidade, que era superior a dois metros na época da seca, agora foi reduzida para 1 metro. Próximo de Pirapora, num ponto chamado “Formoso”, a profundidade é de apenas 90 centímetros, deixando à mostra uma grande quantidade de pedras no meio do rio.
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FAÇA A SUA PARTE!
1 - No Banho: Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros. 
2 - Ao escovar os dentes: escove os dentes e enxágüe a boca com a água do copo. Economize 3 litros de água.
3 - Na descarga: Verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.
4 - Na torneira: Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa 1.380 litros por mês. Feche bem as torneiras.
5 - Vazamentos: Um buraco de dois milímetros no encanamento desperdiça cerca de três caixas d’água de mil litros. 
6 - Na caixa d’água: Não a deixe transbordar e mantenha-a tampada. 
7 - Na lavagem de louças: Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágüe tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheia. 
8 - Regar jardins e plantas: No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. Use mangueira com esguicho-revólver ou regador. 
9 - Lavar carro: com uma mangueira gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina de lavar roupa. 
10 - Na limpeza de quintal e calçadas use vassoura: Se precisar utilize a água que sai do enxágüe da máquina de lavar.
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Referências

Revista Época
WWW.BetimOnline.com






Nosso grupo de Direito -Betim 1º Periodo ,é formado pelos seguintes componentes:
Daele Do Carmo ,Gean Maicon ,Welberth Breno ,Allisson Paulo e Henrique Silva (Não esta presente na foto)

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Represa em Betim corre o risco de ser comprometida por poluição



1 Introdução

            O termo “poluição” refere-se à degradação do ambiente por um ou mais fatores que podem ser prejudiciais a este. A poluição pode ser sonora, visual, térmica, atmosférica, por elementos radioativos e de vários outros tipos, dependendo da variação dos poluentes.
            Problemas neuropsíquicos, alterações na taxa de natalidade e mortalidade de uma população morte de rios e lagos, alterações drásticas na visão e audição, destruição na camada de ozônio, propagação de doenças infecciosas e mutações genéticas são apenas algumas das consequências que a poluição pode trazer.
            O acontecimento que marca o início desse problema é a Revolução Industrial, que trouxe consigo a urbanização e a industrialização. A consolidação do capitalismo incentivou a produção com o objetivo de acumular riquezas. Isso, aliado à vontade cada vez maior de obter produtos novos a todo o momento, afetou a consciência ambiental do homem, que passou a produzir cada vez mais rápido e com uma preocupação cada vez menor dos impactos causados na natureza.
            Além da produção desenfreada e ambientalmente inconsequente, temos o fator desperdício. A sociedade contemporânea descarta grande parte daquilo que é produzido (entre alimentos, roupas, objetos de uso diário), o que causa um acúmulo de lixo que traz consequências graves.
            Para que possamos ao menos tentar garantir um futuro melhor para o nosso planeta e para as pessoas que ainda irão viver nele, é necessário repensarmos nossas atitudes diárias que, em escala global, fazem enorme diferença, como jogar papéis pela janela do carro ou o fato de utilizarmos sacolas plásticas. Com toda tecnologia e acesso à informação que temos, não será fácil, mas será possível converter alguns dos danos já causados, e pensar em meios para evitar maiores danos ao nosso planeta.


2 Perguntas da pesquisa

           

·         Qual é a capacidade de abastecimento da lagoa?

·         Comparado com o estado da lagoa na década de 60, quais mudanças (no âmbito da poluição) podem ser notadas?

·         Sabe-se que o gasto no tratamento da água varia de acordo com o índice de poluição da lagoa. Esse fator pode influenciar para que haja maior preservação por parte da população?

·         Quais foram os fatores (ou agentes poluentes) que colaboraram para a degradação da lagoa nos últimos anos?

·         Alguma medida tem sido tomada para que haja a preservação da lagoa?


3 Justificativa       

            Tais perguntas foram escolhidas pelo o grupo para que os leitores da nossa pesquisa possam obter um maior conhecimento acerca do local, incluindo sua importância para a cidade, além dos problemas existentes causados pela própria população.
 

4 O que queremos alcançar com a pesquisa

            Por ser também um ponto turístico para os moradores da cidade aos finais de semana, entende-se que muitas das pessoas que a frequentam não sabem da importância da Várzea para o abastecimento da cidade.
A partir de tal pesquisa, buscamos, portanto um mais profundo entendimento sobre o maior reservatório de água presente na cidade de Betim, assim como esclarecimentos sobre seu funcionamento, seu estado de preservação e as previsões para seu funcionamento futuro.
Pretendemos também alertar os habitantes da cidade sobre os riscos que a crescente poluição da lagoa pode trazer, buscando a conscientização de todos.

5 Ações que fizemos para realizar a pesquisa


            Primeiramente, foi feita uma pesquisa na internet e em livros para termos um conhecimento prévio do local e de toda sua história. Posterior a isto, realizamos uma visita ao local, para termos ciência da proporção, capacidade e atual estado da lagoa. Por fim, buscamos por depoimentos de pessoas que frequentam a Várzea há mais tempo, a fim de sabermos suas opiniões sobre as mudanças ocorridas no local (no âmbito da poluição) e pesquisamos também sobre a previsão para o futuro da lagoa.

6 O que a mídia apresenta sobre o assunto pesquisado
6.1 Telejornal     

            O telejornal MGTV, da rede Globo de televisão, apresentou uma reportagem realizada na Lagoa Várzea das Flores, que foi ao ar no dia 20 de julho de 2013. Nesta reportagem foi abordado o descaso dos moradores da região para com a lagoa, que tem seu clima agradável cada vez mais ameaçado pelo lixo despejado na região da lagoa, ameaçando também a saúde e bem estar da população.

6.2 Jornal Eletrônico     

            A equipe do jornal Hoje em Dia, da Rede Record, também abordou o tema. Em uma reportagem que visitou 5 das principais lagoas da grande BH, a Lagoa Várzea das Flores foi abordada. Mais uma vez, chamou a atenção por seus aspectos negativos, tendo sido destacado pelo jornal o fato de que a lagoa sofre com a falta de consciência ambiental da população, que insiste em deixar lixo em torno da lagoa aos finais de semana.

7 Nossa pesquisa

            Apresentaremos, a seguir, um pouco da história da Lagoa Várzea das Flores, algumas observações feitas pelo grupo ao longo da visita, alguns dados e, em seguida, nossa conclusão.
            A represa Várzea das Flores é um importante reservatório de água potável e é responsável pelo abastecimento de grande parte da região metropolitana de Belo Horizonte e é concessão da COPASA.
            Está dividida basicamente entre as cidades de Betim, onde ocupa cerca de 15,8km², e Contagem, onde ocupa em torno de 105,5km². A explicação para o fato de sua maior parte territorial (cerca de 85%) estar no município de Contagem reside no fato de que na época em que foi construída, a cidade era mais indicada por conta de seu relevo.
            Ao redor da represa podemos encontrar casas de campo e propriedades rurais, sendo que o lugar também é muito frequentado desde 1972 (ano que entrou em operação) aos finais de semana por moradores da cidade. É permitido o uso de caiaques e pequenos barcos, além de pescas nas margens e mergulho.
            Apesar de ser um ótimo lugar de lazer, os habitantes que frequentam o local insistem em deixar lixo nas margens da lagoa, sem saber do impacto ambiental que podem estar causando.     
            A Várzea é um reservatório importantíssimo, abastecendo cerca de 400 mil pessoas da região metropolitana. Acontece que com a poluição crescente do local, o tratamento da água realizado pela COPASA fica cada vez mais caro. Além disso, de acordo com especialistas, o uso inconsequente da represa pode acarretar consequências ainda maiores, como por exemplo, a possibilidade de a COPASA não ter mais condições de retirar água da represa, e isso teria como impacto imediato problemas no abastecimento da cidade.
            Além da poluição causada pelos frequentadores da lagoa, as construções irregulares também têm causado danos ao lugar, e tudo isso trará consequências severas para toda a cidade.
            É necessário, portanto, que toda a população se conscientize desse problema, procure se informar do que tem causado tais danos, e adote medidas para tentar reverter a situação.
            No entanto, já existem pessoas trabalhando para reverter a situação e tentar preservar esse patrimônio. O arquiteto Roberto Rezende é dono de um parque ecológico e fundou uma ONG, na qual os trabalhos realizados consistem em no estudo da riqueza natural do complexo da lagoa dentro de uma área que abriga biomas escassos como o da mata atlântica.
            De acordo com a Prefeitura de Betim, uma vez por mês é feito um mutirão para a retirada do lixo do entorno da mata e da lagoa, além de campanhas educativas que vem sendo realizadas na região.

Aproximadamente há 10 anos atrás:
Figura 1 - Lagoa Várzea das Flores há 10 anos
Fonte: Site Durval Ângelo
Dias atuais:


Figura 2 - Lagoa Várzea das Flores 2014

Fonte: Elaborada pelo autores
Figura 3 - Lagoa Várzea das Flores 2014
Fonte: Elaborada pelos autores


Figura 4 - Lagoa Várzea das Flores 2014
 Fonte: Elaborada pelos autores

8 Considerações finais do grupo

Figura 5 - Charge
Fonte: Site Arionauro Cartuns 

            Após a finalização das pesquisas e o aprimoramento do nosso conhecimento acerca da importância da Várzea das Flores, o grupo chegou à conclusão de que é extremamente necessário – e também urgente – que toda a cidade esteja ciente dos danos que estão causando enquanto se divertem no final de semana. Trata-se de um reservatório de água responsável pela maior parte do abastecimento da cidade, e que pode simplesmente “secar” caso a sociedade não diminua a poluição.
             Não só essa reserva, mas também grandes rios de todo o país precisam ser preservados. Vivemos hoje um drama, em que nosso consumismo desenfreado e desperdício inconsequente ameaçam nos deixar sem água, árvores e recursos suficientes para sobrevivermos num futuro mais próximo do que imaginamos.
            O homem, com toda tecnologia desenvolvida a partir da revolução industrial, deixou “atrofiar” aquilo que temos de mais importante: nossa consciência.
            Conclui-se, portanto, que não existe “planeta B”, e que o homem tem saídas mais que acessíveis para salvar o que ainda temos, basta colocar a mão na consciência e entender que o mundo passa por problemas de proporções imensuráveis, e só nós mesmos podemos salvá-lo.

REFERÊNCIAS


ARAGUAIA, Mariana. Poluição. 2014. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/biologia/poluicao.htm>. Acesso em: 31 out. 2014.

HORTA, Vinícius. Represa Várzea das Flores. 2014. Disponível em <http://descubraminas.com.br/Turismo/DestinoAtrativoDetalhe.aspx?cod_destino=233&cod_atrativo=3278>. Acesso em: 31 out. 2014

NEGRINI, Alessandra. Represa é ameaçada por lixo e grande poluição em Betim, na grande BH. 2013. Disponível em: <http://g1.globo.com/minas-gerais/parceiro-mg/noticia/2013/07/represa-e-ameacada-por-lixo-e-poluicao-em-betim-na-grande-bh.html>. Acesso em: 31 out. 2014
FONSECA, Renato. Descaso e poluição vêm à tona nas lagoas da Grande BH. 2013. Disponível em: <http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/descaso-e-poluic-o-vem-a-tona-nas-lagoas-da-grande-bh-1.146445>. Acesso em: 31 out. 2014



10 Apresentação do grupo de pesquisa





            O grupo de pesquisa é composto por Bruna Duarte, Bruna Oliveira, Fernanda Carvalho, Mayra Lopes, Matheus Amaral, Thiago Rocha e Weigle Runyan. Estudantes de Direito da PUC Minas – Betim. 

MEIO AMBIENTE EM BETIM
Ascapel- Associação de Catadores de Papel de Betim.


1. INTRODUÇÃO

No mundo atual, onde tudo e todos são movidos pelo consumo, que em grande parte é descontrolado e sem necessidade, as consequências desse descontrole, como problemas ambientais, são notados somente quando a situação já tomou proporções assustadoras. 

Há muito tempo se fala sobre descaso que o homem tem com o Meio Ambiente. O uso desenfreado dos recursos naturais está aumentando consideravelmente, mas em contrapartida as medidas tomadas ou não passam de projetos que não saem dos papeis ou não são suficientes para recuperar os estragos gerados e evitar que se alastrem.

O consumo exacerbado aliado a falta de consciência do ser humano, promove inúmeros efeitos tanto para o meio ambiente e principalmente para
a população que sofre e fará sofrer as futuras gerações, as consequências de um consumismo desnecessário e totalmente prejudicial.

Nesse sentido, nossa pesquisa apresentará o árduo trabalho da Ascapel (Associação de Catadores de Papel de Betim), uma associação da cidade de Betim/ MG que faz a separação dos resíduos coletados pelo sistema de coleta de lixo da cidade. O objetivo principal da associação era fazer a separação e cuidar da destinação do lixo reciclável, entretanto os associados enfrentam a falta de colaboração da população que não faz a separação adequada dos resíduos secos, recicláveis e líquidos, aumento dessa forma a atividade dos trabalhadores da Ascapel.

2. PERGUNTAS DAS PESQUISA

  • O que é coleta Seletiva?
  • O que é reciclagem?
  • O que são associações e cooperativas?
  • O que é Ascapel?
  • Como funciona o trabalho desenvolvido pela Ascapel em Betim? 


3. JUSTIFICATIVA 

A presente pesquisa se faz necessária para conscientizar a população de maneira geral e não somente a de Betim, sobre a importância de um consumo consciente, evitando o acumulo de resíduos, o descarte correto dos resíduos gerados, a importância da coleta seletiva, entre outras medidas visando a preservação do meio ambiente. Pretende-se também informar sobre o valoroso trabalho da Ascapel.

4. O QUE PRETENDEMOS ALCANÇAR COM A PESQUISA ?

Pretende-se alcançar com a presente pesquisa um maior envolvimento e conhecimento da população da cidade de Betim com o trabalho da Ascapel, além de conscientizar sobre a importância da coleta seletiva, buscando também o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela associação no município, que além de fazerem a separação do lixo, também fazem a comercialização do material coletado.

5. AÇÕES QUE FAREMOS PARA REALIZAR A PESQUISA.

Buscaremos aprofundar o conhecimento acerca do trabalho desenvolvido pela Associação de Catadores de Papel, através de pesquisas na internet, de informações adquirias em contato com INSEA ( Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável) que presta apoio a Ascapel, além de visita a Associação, para acompanhar de perto um pouco da rotina desses trabalhores.

6. O QUE A MÍDIA APRESENTA SOBRE A ASCAPEL ?


Fonte: Entrevista a TV Betim



Associados da Ascapel retomam o trabalho
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Nova sede traz de volta a produção dos associados da Ascapel; Prefeitura oferece espaço até a construção do galpão definitivo


Mais uma ação foi realizada pela Prefeitura de Betim para garantir amparo às 45 famílias da Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis de Betim (ASCAPEL), cujo galpão-sede foi parcialmente destruído por um incêndio no início do mês passado. Desta vez, a administração municipal disponibilizou um novo espaço para acolher provisoriamente os trabalhadores que retomarão suas atividades nesta quarta-feira, 10, a partir das 8h30.

A nova estrutura, localizada na avenida Marco Túlio Issac, 3.841, no Jardim das Alterosas, foi alugada pela Prefeitura. O galpão possui uma área de 540 m2. O material de trabalho dos catadores, de acordo com secretário de Meio Ambiente, Geraldo Antunes, já foi levado para o local. Segundo ele, foram transferidas duas prensas, que foram emprestadas pelas Associações de Catadores de Brumadinho e Belo Horizonte, e uma esteira de reciclagem, equipamento da secretaria. 

Durante o período em que as atividades da associação estiveram paralisadas, os catadores foram amparados por psicólogos e assistentes sociais do núcleo Imbiruçu da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). A secretaria, por meio da Associação de Proteção à Maternidade, Infância e Velhice (Apromiv), fez o repasse de cestas básicas para os trabalhadores.

A Prefeitura de Betim também prestou apoio aos associados durante as ações de combate ao incêndio. Equipes da Superintendência de Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente foram remanejadas para o local colaborando com o Corpo de Bombeiros no combate ao fogo. Os fardos de materiais recicláveis não atingidos pelo fogo estão sendo levados para um galpão no aterro sanitário do Citrolândia. Semanalmente, equipes da Divisão de Limpeza Urbana realizam a limpeza no galpão. 
    Reportagem: Prefeitura de Betim apoia o trabalho da Ascapel

7. ASCAPEL  (Associação de Catadores de Papel)- Betim.


A ASCAPEL associação de catadores de papel de Betim ,tem o objetivo de promover melhores condições de trabalho para os catadores, especialmente a partir da agregação de valor aos materiais coletados, da capacitação e do reconhecimento social desses trabalhadores. Dessa forma, esses empreendimentos têm múltiplas funções na medida em que atuam na economia ambiental e, ao mesmo tempo, na construção de um movimento social que amplifica a luta dos catadores em suas reivindicações. reconhecimento da profissão e  buscando  amenizar os impactos ambientai fazendo a reciclagem de resíduos, e utilizando dessa ferramenta como fonte de renda. Além de fazer a reciclagem a Ascapel faz um trabalho de conscientização  da importância de reciclar e também da coleta seletiva de lixo.

História da Ascapel

Fundada em 2001, com apoio e parceria da Prefeitura Municipal de Betim, da ASMARE, e posteriormente do Insea (Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável), desde então o município implantou a coleta seletiva no Município entre secos e úmidos, e o material destinado à Associação, no entanto com mudanças na  gestão  municipal, o Programa de Coleta Seletiva do Município perdeu forças e com isso o trabalho desenvolvido pelos catadores passou também por muitas dificuldades. Em 2010 o galpão em que trabalhavam no Bairro Laranjeiras pegou fogo, os mesmos continuaram a trabalhar no espaço mesmo em situação de risco, quando o município alugou galpão que não oferecia condições de trabalho adequadas, o que diminuiu a renda dos associados. Desde então foi aprovado projeto de construção do galpão no Bairro Bandeirinhas, o novo galpão foi entregue em setembro de 2013.  Hoje o município apoia o grupo com a cessão do galpão (construído com recursos do PAC e contrapartida do Município), além de realização a coleta do material reciclável porta a porta e destinar o material para a Associação, a Ascapel coleta também o material de Empresas - Grandes Geradores de renda para a associação. Todo o material coletado é triado pelos catadores e a renda deles se dá pela divisão igualitária do arrecadado através da comercialização desses. 
A Ascapel é fundadora e integrante da Rede Cataunidos, rede composta por associações e cooperativas em MG (Centro Oeste, Estrada Real e Região Metropolitana) que visa a articulação política e comercialização conjunta do material,.

O que são associações e cooperativas?

União voluntária de pessoas que se organizam para realizar objetivos comuns é administrada democraticamente.todos os associados ou cooperados têm os mesmos direitos e os mesmos deveres para formalizar é preciso elaborar um estatuto, aprová-lo em assembleia geral, e registrá-lo. A contabilidade deve ser bem cuidada para haver transparência, dar segurança ao dinheiro envolvido. É importante prestar contas ao Poder Público quando houver algum auxílio financeiro, como o Programa Bolsa Reciclagem.

O Que É Coleta Seletiva?

 É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis: papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora e que podem ser reutilizados ou reciclados. A coleta seletiva funciona, também, como um processo de educação ambiental na medida em que sensibiliza a comunidade sobre os problemas do desperdício de recursos naturais e da poluição causada pelo lixo.

O que é a reciclagem? 

É o processo de transformação de um material, cuja primeira utilidade terminou, em outro produto. Por exemplo: transformar o plástico da garrafa PET em cerdas de vassoura. A reciclagem gera economia de matérias-primas,poluente consequentemente diminuem o numero de lixo despejado nos aterros sanitários.

Reciclável é diferente de reciclado. 

Reciclável indica que o material pode ser transformado em outro novo material. Reciclado indica que o material já foi transformado. O material reciclado pode sofrer o processo de reciclagem novamente. Certos materiais, embora recicláveis, não são aproveitados devido o  auto  custo do processo ou à falta de mercado desse produtos, pois como o processo de produção e mais caro e preço final do produto no mercado acaba sendo um pouco mais auto do que os produtos não recicláveis

Reciclar é diferente de separar. 

Reciclar consiste em transformar materiais já usados em outros novos, por meio de processo industrial ou artesanal. Separar é deixar fora do lixo tudo que pode ser reaproveitado ou reciclado. A separação ou triagem do lixo pode ser feita em casa, na escola ou na empresa. Esse material e coletado e encaminhado para associações e empresas que fazem a reutilização desses materiais .

7.1 CONHEÇA A ASCAPEL.


 

 


 

 

 


8. DEPOIMENTOS EM VÍDEO DE TRABALHADORAS DA ASCAPEL


Video: Depoimento da Trabalhadora, Ana Paula, há 7 anos na Ascapel.
Fonte: Vídeo gravado pelo grupo em visita a Ascapel.

Video: Depoimento da Trabalhadora, Irene de Souza, há 15 anos na Ascapel.
Fonte: Vídeo gravado pelo grupo em visita a Ascapel.

Video: Depoimento da Trabalhadora, Maria da Conceição, há 12 anos na Ascapel.
Fonte: Vídeo gravado pelo grupo em visita a Ascapel.


 9.CONSIDERAÇÕES FINAIS

Em suma, entende-se que preservar o meio ambiente é tarefa do ser humano. Garantir um ambiente saudável para as próximas gerações é dever nosso, portanto um consumo responsável é extremamente necessário para que não haja o descarte excessivo de resíduos.

Olhar com respeito as profissões e dar o merecido reconhecimento e valor também é necessário. Os associados da ASCAPEL, viram nessa associação uma oportunidade de reconhecimento e condições dignas de trabalho e mesmo contribuindo de maneira muito significativa para a preservação do meio ambiente de Betim, não recebem o devido valor e apoio necessário, no sentido de que o trabalho dos associados seriam um pouco mais fácil se houvesse a colaboração da população, através de uma coleta seletiva eficaz, da separação correta dos resíduos sólidos, líquidos, entre outros. 

Portanto, além de campanhas de conscientização, ainda é necessário um maior engajamento da população para promover melhoras no cenário ambiental da cidade.

10. REFERENCIAS

Prefeitura de Betim.Associados da ascapel retomam o trabalho. Disponível em: < http://www.betim.mg.gov.br/noticias/40227%3B54021%3B06%3B3692%3B41012.asp> Acesso em: 15 de Nov. de 2014

YouTube. Ascapel em Betim. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=w5IoLZmZ2hg> Acesso em: 15 de Nov. de 2014

11. INTEGRANTES DO GRUPO



 Luciana Soares Granato  21 anos,  Solteira, aluna regular do 1ºPerido    de Direito da Puc Betim , mora em Betim  natural de BH 
 Luciana Soares Granato, 21 anos,solteira,
natural de BH, mora em em Betim MG
Aluna regular do 1º Período de Direito da
 PUC MINAS BETIM.
















 Messias Gabrich, 22 anos,solteiro,
natural de Vespasiano,mora em em Betim MG
 Aluno regular do 1º Período de Direito da
 PUC MINAS BETIM.



Isabella de Souza Pedra, 20 anos, solteira, 
aluna irregular do curso de Direito 6º período
 na PUC, aluna transferida da Faculdade
 Don Helder Câmara,  natural de BH,
 cidade atual Betim 













 Leibiane do Carmo Silva, 33 anos Solteira,
mãe de duas filhas,aluna irregular do curso
 de Direito da PUC MINAS BETIM,profissão atual: Enfermeira 

















Eduardo Matheus Barbosa  Neves, 
20 anos, solteiro ,natural de contagem, 
cidade atual Betim, Aluno regular do 
1º Período do curso de Direito na PUC MINAS BETIM

 

Rafael Moreira Gonçalves,20 anos, solteiro, aluno
 regular do 1ºPeriodo do curso de Direito Da PUC
 MINAS BETIM
















Francielly Thays,18 anos, solteira,natural de
 contagem, cidade atual Betim, aluna regular do 
curso de Direito da PUC MINAS BETIM


Daniel Ribeiro Fernandes, 25 anos, solteiro 
Natural de BH, cidade atual São Joaquim de
Bicas, aluno regular do curso de Direito da PUC
MINAS BETIM
















Shalys Alves Fernandes ,34 anos solteiro ,
pai de dois filhos ,aluno regular do 1º Pérido
de Direito da PUC MINAS BETIM
















Jordan Ramires dos Anjos Silva 22 anos,
solteiro, aluno regular do 1º período do curso 
de Direito da PUC MINAS BETIM
















Caroliny Rodrigues da Silva 18 anos, solteira
aluna regular do 1º período de Direito da 
PUC MINAS BETIM

Filipe Augusto Amaral de Rezende,19 solteiro 
natural de BH, cidade atual Betim, aluno
 irregular do 1ºPeriodo do curso de Direito 
da PUC MINAS BETIM